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Sobre

A Idavoll Engenharia de Software é uma empresa de software registrada em Valença, Bahia. Uma equipe de engenharia sênior: quem faz o escopo constrói o software.

De onde vem o nome

Do campo de Iðavöllr a sistemas que duram mais que a gente

Na mitologia nórdica, Iðavöllr é a planície central onde os deuses se reuniam para planejar, construir e lançar as fundações de um mundo novo. É o chão da renovação - o lugar para onde se volta quando se quer começar algo que dure.

Escolhemos o nome porque ele descreve a parte do trabalho com que nos importamos. Quase todo software é escrito rápido e mantido mal. O problema interessante é o outro: construir algo que continue rodando, continue fazendo sentido, e ainda possa ser mudado por outra pessoa daqui a três anos.

Somos novos

A empresa foi registrada em setembro de 2026. Nenhum cliente ainda, nenhum faturamento ainda e nenhum case. Preferimos que você leia isso aqui a descobrir pelo CNPJ.

E não vão existir muitos cases depois também, o que é a condição comercial funcionando como deveria: código, infraestrutura e contas ficam na organização do cliente desde o primeiro commit, então não sobra nada dele com a gente para escrever a respeito. O que aparecer aqui terá sido publicado com autorização.

Valença, BahiaTraçado a partir de uma fotografia em domínio público da orla de Valença.

Por que uma equipe sênior é suficiente

Desenvolver software sempre exigiu muito trabalho braçal. Antigamente um projeto precisava de muita gente só para digitar código repetitivo e conectar sistemas.

Hoje usamos IA para essa parte. Ela não entende o seu negócio nem define a arquitetura, mas escreve a parte mecânica da engenharia sem reclamar. O resultado é uma equipe sem enchimento: você paga por quem resolve o problema, não pelas horas de quem só digita.

A pergunta óbvia é se você está pagando a hora de um engenheiro sênior por algo que um computador gerou. A resposta é sim, porque você não paga pela digitação, paga pela responsabilidade. A máquina escreve o texto, mas uma pessoa experiente lê cada linha gerada, decide se aquilo não vai virar problema no mês que vem, e coloca o próprio nome no contrato para assumir a culpa quando algo quebrar.

Missão

Construímos sistemas que sobrevivem ao mundo real e ao próximo desenvolvedor.

Nosso trabalho é escrever o que permanece. A maior parte do código vira lixo em três anos, e o problema interessante é o outro: um sistema que a sua equipe ainda consegue ler e alterar muito depois de o nosso contrato acabar. Isso exige menos código, menos dependências e nenhuma esperteza.

Visão

Queremos que cada cliente chegue ao ponto de não precisar mais de nós - e que o sistema continue funcionando sem contrato.

A maior parte do dinheiro em software no Brasil está na dependência. O contrato de sustentação que nunca termina, porque ninguém do lado do cliente entende o código que recebeu. É a receita mais previsível que existe, e é a que estamos recusando. O custo é agora, não em algum futuro: escrevemos a documentação, treinamos a equipe do cliente, e entregamos o sistema de um jeito que ela consiga manter sozinha. Perdemos com isso a receita recorrente mais confortável do setor, que é justamente a que mais faz falta no começo.

A maioria dos estúdios cresce contratando gente e vendendo as horas dela. Esse modelo deixa o engenheiro médio do seu projeto mais júnior a cada ano, e deixa o estúdio um lugar pior para trabalhar. Nós crescemos trazendo engenheiros experientes, em vez de inflar a equipe com quem ainda está aprendendo a base.

Na prática, isso significa que quem faz o escopo do seu projeto é quem constrói. Não existe gerente de contas entre você e quem escreve o código, e não existe gente ociosa entre projetos que precisemos manter faturando.

Do que não abrimos mão

Cada um destes custa alguma coisa. Um valor que nunca custou nada não é um valor, é um cartaz na parede.

  1. 01

    Na Bahia

    Trabalhamos de Valença, no interior da Bahia. O custo são os contratos que exigem dezenas de pessoas alocadas na segunda-feira ou um escritório em São Paulo - recusamos esses em vez de fingir que temos um dos dois.

  2. 02

    Prazos em que acreditamos, mesmo perdendo a venda

    Calculamos quanto tempo a construção realmente leva e nunca encurtamos a estimativa para fechar negócio. O preço disso é perder projeto para quem promete o mesmo sistema na metade do tempo.

  3. 03

    Consertar antes de reescrever

    Quando assumimos um software que dói, tentamos salvar o que existe em vez de começar do zero. Uma reescrita completa faturaria muito mais, e argumentamos contra ela quando o sistema atual tem recuperação.

  4. 04

    Responsabilidade não se automatiza

    A máquina escreve boa parte do texto, mas quando o sistema cai de madrugada a falha é nossa. Isso custa o nosso próprio sono e o nosso próprio dinheiro para consertar o que deixamos passar para a produção.

  5. 05

    Feito para quem vier depois

    Escrevemos para que outro desenvolvedor consiga mexer daqui a três anos sem a gente. Isso custa margem - passamos tempo apagando código esperto que já funciona hoje, porque amanhã ninguém leria.

O que isso significa para você

Vamos dizer para não construir

Se o que você está pedindo dá para resolver com um software que a empresa já tem, ou simplesmente não deveria existir, essa é a primeira coisa que vamos falar - antes de haver uma fatura ligada à resposta.

Nada é caixa-preta

Você recebe o repositório, a infraestrutura e a documentação conforme avançamos. Nada é retido para tornar difícil ir embora.

Trabalhamos à vista de todos

Relatórios escritos toda semana, em português claro, inclusive nas semanas em que alguma coisa não funcionou.

Dados da empresa

CNPJ
68.951.625/0001-72
Razão social
Idavoll Engenharia de Software LTDA
Nome fantasia
Idavoll
Atividade principal
6201-5/01 — Desenvolvimento de programas de computador sob encomenda
Atividade secundária
6204-0/00 — Consultoria em tecnologia da informação
Localização
Valença, Bahia, Brasil
Fundada em
Setembro de 2026